Mulheres,
Vivendo todos os dias essa nova forma de estar em casa, com tarefas infindáveis, sentimentos misturados e pouco tempo para organizar a nova vida e a nova rotina, resistimos. Mas a custo de algo que nos segura de pé, que é a nossa força criativa. Diante de tantos afazeres domésticos, regras para sermos produtivas no isolamento social, crianças que pedem atenção e precisam ser educadas, maridos que trabalham em casa, e nós que além de todos os papéis também somos "modernas" e trabalhamos fora, só que agora também dentro (de casa). Como chegaremos ao fim de um mês?
Imagino que a ansiedade está presente, sentimentos de desesperança, súplica por descanso e aquele olhar de "o que eu estou fazendo com a minha vida?"Afinal, esse recado da vida também chega pra nós, mulheres. Realmente precisamos de tanto? O que é essencial?
Fecha os olhos, percebe o que você não retiraria da sua vida em hipótese alguma. Sinta o que te torna feliz e forte. Não estou pedindo que você ligue o foda-se, nem que não ligue. A história é outra quando se trata da gente, das responsabilidades, do que não pode ser deixado pra depois. Nada pode ser deixado pra depois, exceto você.
É um momento realmente atípico em que estamos tentando torná-lo típico, lutando contra a corrente e cheias de coisas para adaptar de uma só vez. A cobrança do mundo não parou, mas realmente precisamos atendê-la? Mais uma vez: como chegaremos ao final de um mês?
Resistiremos? A prática da resistência está para além do existir, e nesse momento precisamos existir antes de resistir. De volta a nós, pra organizar e reorganizar essa rotina que acontecerá por mais, ao menos, trinta dias.
O não às exigências parte de nós, mas deve ser acolhido por outros. A empatia de outras mulheres confirmam a delicadeza do momento. Em algum momento vamos parar e seremos saudáveis? Vamos começar o movimento de conscientização do ser mulher. Muito além do ser feminista, somos mulheres e independente de ideologias todas estamos vivendo a configuração imediata de uma nova forma de vida.
Aos poucos, unidas, com respeito à diversidade feminina, acolhendo sentimentos e práticas, vamos tornar o ser mulher mais leve, com menos exigências e mais empatia. Aqui pode estar o início da nova revolução da mulher. Do Isolamento À união.
Vivendo todos os dias essa nova forma de estar em casa, com tarefas infindáveis, sentimentos misturados e pouco tempo para organizar a nova vida e a nova rotina, resistimos. Mas a custo de algo que nos segura de pé, que é a nossa força criativa. Diante de tantos afazeres domésticos, regras para sermos produtivas no isolamento social, crianças que pedem atenção e precisam ser educadas, maridos que trabalham em casa, e nós que além de todos os papéis também somos "modernas" e trabalhamos fora, só que agora também dentro (de casa). Como chegaremos ao fim de um mês?
Imagino que a ansiedade está presente, sentimentos de desesperança, súplica por descanso e aquele olhar de "o que eu estou fazendo com a minha vida?"Afinal, esse recado da vida também chega pra nós, mulheres. Realmente precisamos de tanto? O que é essencial?
Fecha os olhos, percebe o que você não retiraria da sua vida em hipótese alguma. Sinta o que te torna feliz e forte. Não estou pedindo que você ligue o foda-se, nem que não ligue. A história é outra quando se trata da gente, das responsabilidades, do que não pode ser deixado pra depois. Nada pode ser deixado pra depois, exceto você.
É um momento realmente atípico em que estamos tentando torná-lo típico, lutando contra a corrente e cheias de coisas para adaptar de uma só vez. A cobrança do mundo não parou, mas realmente precisamos atendê-la? Mais uma vez: como chegaremos ao final de um mês?
Resistiremos? A prática da resistência está para além do existir, e nesse momento precisamos existir antes de resistir. De volta a nós, pra organizar e reorganizar essa rotina que acontecerá por mais, ao menos, trinta dias.
O não às exigências parte de nós, mas deve ser acolhido por outros. A empatia de outras mulheres confirmam a delicadeza do momento. Em algum momento vamos parar e seremos saudáveis? Vamos começar o movimento de conscientização do ser mulher. Muito além do ser feminista, somos mulheres e independente de ideologias todas estamos vivendo a configuração imediata de uma nova forma de vida.
Aos poucos, unidas, com respeito à diversidade feminina, acolhendo sentimentos e práticas, vamos tornar o ser mulher mais leve, com menos exigências e mais empatia. Aqui pode estar o início da nova revolução da mulher. Do Isolamento À união.
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